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Quinta-feira - Mato Grosso, 21 de Agosto de 2008
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  Crônica: Sinop, espanto de toda gente
 
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  - ABRIL/2008 -
   
 
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LEGISLATIVO
21/08/2008  | 10:00
 

 


Com curto tempo na AL, Azambuja e Kishi "roubam" a cena

 Nada menos que 9 suplentes ocupam hoje cadeira de deputado, graças a esquemas de rodízio, renúncia, cassação e "problemas de saúde" dos titulares. Como para alguns a passagem é rápida pela Assembléia, eles de desdobram para marcar posição. Wilson Kishi (PDT), por exemplo, que renunciou ao mandato de vereador por Cáceres para virar deputado por quatro meses, faz questão de sentar entre os membros da Mesa Diretora. Apesar da existência de 24 cadeiras, a AL tem 32 deputados, já que os então suplentes de Humberto Bosaipo e Walter Rabello se efetivaram.

  Antonio Azambuja (PP), que ganhou mais tempo na AL por causa do novo pedido de licença de Airton Português, que caiu do cavalo e sofreu traumatismo craniano, é outro que sobe a tribuna em toda sessão. A maioria dos discursos é evasivo. A estratégia é ganhar visibilidade, principalmente com a transmissão ao vivo pela TV Assembléia.

   Entre outros suplentes estão Pedro Satélite (PPS), beneficiado com o afastamento temporário do titular Percival Muniz (PP) e Roberto França (sem partido), por causa da quarta licença em menos de dois anos de mandato de Gilmar Fabris (DEM). Jota Barreto (PR) voltou ao legislativo mato-grossense graças a um esquema de rodízio que motivou o licenciamento de Juarez Costa (PMDB), candidato a prefeito de Sinop, assim como o evangélico Antonio Brito (PMDB), que fez sua estréia no lugar de Zé do Pátio (PMDB), que está na disputa à Prefeitura de Rondonópolis.

   Nilson Santos (PMDB), de Colíder, se efetivou na cadeira com a cassação de Walter Rabello (PP) por infelidade partidária. Outro que também ganhou a titularidade é Wagner Ramos (PR), de Tangará da Serra, graças à renúncia de Humberto Bosaipo, hoje conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Numa articulação via Palácio Paiaguás o deputado Ságuas Moraes assumiu a pasta da Educação, vindo a beneficiar o suplente Alexandre Cesar, deputado já dois anos.

   E assim os suplentes "abastecem" o bolso (são R$ 12,5 mil mensais de salário), além de ajudar os titulares a administrar os R$ 30 mil de verba de gabinete, mais R$ 15 mil de indenização e usufruir de outros privilégios, como veículo e passagens aéreas.

FONTE: RDNews

 
 

BRASIL
21/08/2008  | 10:30
 

 
Comandante se encontrou com produtores mato-grossenses na capital do Amazonas.

Em apenas um ano como comandante do Comando Militar da Amazônia (CMA), o general do Exército Brasileiro, Augusto Heleno, que comanda a segurança nas áreas de fronteira do Brasil, já se tornou um militar polêmico por enfrentar o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em discussões sobre questões indígenas do país. Na última terça-feira, 20, ele proferiu uma palestra na capital do Amazonas, Manaus, onde está situada a matriz do comando, e falou sobre as ameaças à soberania nacional brasileira.

Parte do grupo que participou da Marcha a Roraima até Pacaraima, em defesa dos arrozeiros que teoricamente serão prejudicados caso a demarcação contínua da terra indígena Raposa Serra do Sol seja aprovada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), participou da palestra e entregou ao general a Carta de Pacaraima, redigida durante o encontro no município que marca a divisa do Brasil com a Venezuela.

Essa palestra deu aos manifestantes da marcha o sentimento de missão cumprida no sentido de levar ao país a solidariedade dos produtores rurais de Mato Grosso, Rondônia, Amazonas e Roraima aos arrozeiros de Raposa Serra do Sol. Isso porque o general falou amplamente sobre o relacionamento de povos indígenas com o homem branco na região da Amazônia Legal.

O militar garantiu que não é contra demarcação de terras para índios e explicou que não concorda que as demarcações sejam feitas de maneira contínua, mas sim em ilhas e de uma maneira que os costumes, tradições e cultura indígena sejam protegidas pelo estado, para que os índios não fiquem segregados dentro da selva, passando por sérias dificuldades de sobrevivência e sendo tratados como “silvícolas que vivem no Brasil”. “Os índios não são silvícolas, muito menos índios brasileiros. Eles são brasileiros índios. E tenho todo interesse que todos sobrevivam com saúde, com boa alimentação, com condições de vida, pois 60% do efetivo que tenho na Amazônia é indígena. São os índios que formam os melhores pelotões de combate na selva porque são eles que conhecem a selva melhor do que qualquer outro oficial do Exército”. A cada dez soldados nas fronteiras, três são indígenas.

Para ele, os povos indígenas têm sido usados por Organizações Não Governamentais (Ong’s), que são as ameaças externas à soberania nacional e se interessam pelas riquezas naturais do solo brasileiro, como os minérios nióbio, petróleo e urânio; pela biodiversidade; pela água e pela posição geopolítica da Amazônia – situada no centro da América do Sul e com saída para os oceanos Atlântico e Pacífico. “A opinião internacional é que o Brasil não é capaz de cuidar da Amazônia e justifica a interferência no país dizendo que aqui o narcotráfico, destruição das florestas, imigração ilegal e o terrorismo internacional são constantes. Mas o que acontece é que esses países já gastaram tudo o que tinham em recursos naturais e agora querem a Amazônia. Mas não haverá controle internacional sobre ela porque nós brasileiros vamos cuidar da Amazônia. A Amazônia é nossa”.

FONTE: DIARIO REGIONAL MT

 
 

ECONOMIA
21/08/2008  | 10:15
 

 

O nível de desemprego nacional ficou em 8,1% da População Economicamente Ativa (PEA) em julho, de acordo com a Pesquisa Mensal do Emprego (PME) divulgada nesta quinta-feira (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

Embora represente um aumento de 0,3 ponto percentual em relação a junho - variação considerada "estatisticamente insignificante" pelo IBGE -, é a menor taxa de desocupação registrada para o mês deste o início da série histórica, em 2002. Em relação ao ano passado, o nível de desemprego teve queda de 1,4 ponto.


Das seis regiões metropolitanas analisadas, o menor nível de desemprego foi verificado em Porto Alegre, de 6%, e a taxa mais alta ficou com Salvador (12,1%). Em junho, esses percentuais corresponderam a 6,1% e 12,1%, respectivamente. Em São Paulo, a taxa de desocupação estava em 8,3% em julho, com leve alteração ante os 8,2% de junho. No Rio de Janeiro, passou de 6,6% para 7,3%.

O número total da população desocupada (1,9 milhão) ficou estável em relação a junho, mas mostrou queda de 12,3% em relação ao ano passado. Na relação mensal, subiu o número de desocupados em Recife (23,3%) e no Rio de Janeiro (11,7%). Na comparação anual, as maiores quedas foraam registradas em Recife e Salvador (-19,8%).

 

Ocupação

O nível de pessoas ocupadas nas regiões metropolitanas pesquisadas manteve o índice de 52,4% frente a junho, e aumentou 0,9% em relação ao mesmo mês de 2007.

 

O contigente de pessoas ocupadas foi de 21,7 milhões, mantendo o nível do mês anterior e aumentando 4,0% frente ao mesmo período do ano passado, o que represtou a criação de 836 mil novos postos de trabalho em doze meses. Na comparação anual, os maiores aumentos do contigente ocupado se deram em São Paulo (5,7%), Porto Alegre (5,4%) e Belo Horizonte (3,8%).

Segundo a pesquisa, os homens representam 55,2% da população ocupada e as mulheres, 44,8%. A maioria (62,2%) dos ocupados está na fixa etária de 25 a 49 anos, e aqueles com 11 anos ou mais de estudos formam 55,3% do contingente. A maior parte das pessoas ocupadas tem jornada de trabalho de 40 a 44 horas semanais.

 

Carteira assinada

A ocupação com carteira assinada caiu 0,4% em julho ante junho e subiu 7,8% na comparação com igual mês do ano passado. A ocupação sem carteira aumentou nas duas bases de comparação: 3,1% ante o mês anterior e 4,1% ante julho de 2007.

A massa de rendimento real efetiva da população ocupada nas seis principais regiões metropolitanas do País foi estimada em R$ 26,5 bilhões em junho - o dado é sempre relativo ao mês anterior ao de referência da pesquisa mensal de emprego -. A massa de renda real caiu 0,6% em junho ante maio e aumentou 8,2% na comparação com junho do ano passado. 

FONTE : G1

 
 

AGRONOTÍCIAS
21/08/2008  | 8:00
 

 

Não fosse a Venezuela de Hugo Chávez, as exportações brasileiras de lácteos dificilmente teriam alcançado os valores recordes vistos até julho. Nos primeiros sete meses do ano, o Brasil exportou um total de US$ 291 milhões em produtos lácteos. Só a Venezuela comprou US$ 141 milhões, principalmente leite em pó, no período, ou quase 48,5% dos embarques brasileiros.

Quando se compara com o ano passado, é possível ver o enorme salto nas vendas. De janeiro a julho de 2007, a Venezuela havia comprado apenas US$ 8,8 milhões. Quer dizer, as exportações para o país vizinho cresceram 1.502%. Em 2007, o Brasil vendeu US$ 65,4 milhões à Venezuela. Em 2006, haviam sido US$ 34,5 milhões.

Jacques Gontijo, presidente da cooperativa Itambé, empresa brasileira que mais exporta lácteos à Venezuela hoje, admite que sem aquele mercado as vendas brasileiras do produto ao exterior "seriam um pouco menores". Mas o Brasil exportaria a outros países, afirma. Outros importadores dos lácteos nacionais são países africanos e Cuba.

Os embarques brasileiros de lácteos para a Venezuela ganharam corpo no fim do ano passado, quando o país vivia uma crise de escassez de alimentos. Na ocasião, o governo Chávez chegou a pagar cerca de 100 viagens de avião para transportar leite em pó brasileiro à Venezuela, tamanha a urgência pelo produto.

A Venezuela produz 1 bilhão de litros de leite por ano, mas tem uma demanda para 2,5 bilhões de litros, informa Gontijo. Nova Zelândia e Argentina sempre forneceram leite para a Venezuela, mas desde o fim de 2007, o Brasil vem ocupando espaço dos dois países.

Enquanto a Argentina tem dificuldades para atender à Venezuela por conta de restrições auto-impostas às exportações de alimentos, a Nova Zelândia - cujo principal exportador é a cooperativa Fonterra - deixou de embarcar leite à Venezuela por preferir não vender a governos. As importações de alimentos pelo governo venezuelano são feitas por meio da PDVAL, subsidiária americana da petrolífera PDVSA. Tais produtos são comercializados com preços subsidiados na rede de varejo Mercal.

A dependência de um mercado na exportação é uma preocupação, reconhece também Gontijo. Mas a perspectiva é de que os venezuelanos continuem a demandar o produto brasileiro. Segundo ele, a Venezuela já faz cotação de preços para embarque no primeiro trimestre de 2009. A estimativa é de que neste ano, o país compre 70 mil toneladas de lácteos do Brasil, 40% do que necessita importar.

O bom relacionamento entre os governos Lula e Chávez tem contribuído para o Brasil vender mais ao país, admite o presidente da Itambé. Mas não é só isso. "Ele [Chávez] também tem bom relacionamento com os Kirchner e não adiantou", diz referindo-se à presidente argentina Cristina Kirchner.

O secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Célio Porto, comemora a expansão das vendas para a Venezuela, mas adverte para os riscos de uma excessiva dependência do vizinho. "Os lácteos são a bola da vez. Em todo evento internacional que participamos, há sempre uma procura grande em relação a esses produtos. Nossos parceiros querem ampliar as compras", diz. "Mas Venezuela e Argélia, por exemplo, são mercados de risco, por questões de instabilidade política".

Porto compara a situação dos lácteos com a "russodependência" nas exportações de carne suína. "A concentração que ocorreu com os suínos para a Rússia se repete agora com os lácteos para a Venezuela", diz. Por isso, o governo tenta consolidar a abertura do mercado do México. Os mexicanos prometeram derrubar as barreiras aos lácteos brasileiros, mas a burocracia dos astecas tem dificultado essa expansão. Uma fábrica da Itambé já foi vistoriada pelos mexicanos, e a expectativa é começar a embarcar ao país em dois meses, segundo Jacques Gontijo.

Para Marcelo Costa Martins, assessor técnico da Comissão Nacional da Pecuária de Leite da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o país ampliou as vendas à Venezuela por uma questão "de oportunidade de mercado". Ele diz que há grande demanda mundial por lácteos, assim, mais do que a dependência da Venezuela, o que preocupa é o câmbio, que pode dificultar o aumento das exportações.
FONTE: AGROLINK
 
 

PUNIÇÃO
21/08/2008  | 9:00
 

Divulgação/Divulgação

Detentos da Colônia Penal Agrícola de Piraquara (PR) realizam o plantio de mudas de araucária, espécie ameaçada de extinção, no município. A árvore é o símbolo do estado do Paraná. O projeto Gralha Azul, que faz alusão à ave que também é um ícone paranaense, prevê o plantio de 15 milhões de mudas de araucária em um prazo de dez anos.

 

Além de auxiliar na recuperação de áreas devastadas do Paraná, o projeto pretende, de acordo com a Agência de Notícias do Paraná, reinserir os presos à sociedade por meio do trabalho. A cada três dias de trabalho no plantio, o detento terá a redução de um dia na pena prevista.

 

“São internos que já cumpriram parte de suas penas em regime fechado. Por necessitarem de um contato maior com a sociedade, para a qual vão passar as informações da importância do reflorestamento e da preservação do meio ambiente, tornam-se multiplicadores”, afirma Lauro Luiz Cézar Valeixo, diretor da Colônia Penal Agrícola.

FONTE: G1

 
 

BRASIL
20/08/2008  | 10:00
 

 Foto: Arte G1 Foto: Arte G1

Data é boa oportunidade para discutir a relação (Imagem: Arte G1)

Para quem se assustou ao ver no calendário a data desta quarta-feira, "20082008", a numeróloga Cláudia Grisi afirma que o dia é regido pela harmonia e conciliação, especialmente em questões familiares.

Segundo Cláudia, quem está com a vida amorosa em crise, pode aproveitar a data, por exemplo, para discutir a relação, ou seja, ter o famoso “D.R.”. De acordo com a numeróloga, as pessoas tendem a estar tranqüilas e calmas. “Este dia é regido pelo dois, que favorece a emoção em vez da razão”, afirma.

A data também é positiva para o matrimônio. “Quem está com o casamento marcado para hoje, tende a ter uma vida de casada bastante agradável”, diz.

Com o dia marcado pela harmonia, os problemas cotidianos conseguirão ser esclarecidos com serenidade. “Se baterem no seu carro, não vai rolar um grande estresse. Tudo será resolvido.”

 

Guarda-roupa

A numeróloga indica que as pessoas vistam alguma peça de roupa ou acessório laranja nesta quarta-feira. A cor favorece a exploração da sensualidade e ativa a imaginação sexual. Além disso, ativa o talento para música e dança. 

 

 

Nascimento

Segundo Cláudia, as pessoas que nascem no dia 20 costumam ser um parceiro perfeito, aquele que tem uma personalidade tão amável que dá vontade de apresentá-los à família inteira. No entanto, precisam tomar cuidado para não se anular e viver exclusivamente pensando no próximo.

Ainda de acordo com a numeróloga, elas costumam ser pessoas dóceis. “Não enganam, mas são facilmente enganadas”, diz. Também podem ter dificuldades para tomar decisões.

FONTE: G1 

 
 

AGRONOTÍCIAS
20/08/2008  | 09:00
 

 

Os produtores de trigo do Paraná vão encontrar um cenário diferente daquele que imaginaram quando começaram o plantio. O preço do produto está em trajetória de queda. Em agosto, o recuo já chega a 8,55% em relação a julho. A cotação da saca caiu de R$ 41, há três meses, para R$ 32.

No mercado, a expectativa é que o preço do trigo chegue a R$ 28,80. Já os custos de produção seguem trajetória oposta. De acordo com o Deral, o custo por saca de trigo era de R$ 25,63 em 2007 e já chegou a R$ 32,76 em maio deste ano.

O produtor paranaense fez sua aposta em um momento de alta nas commodities agrícolas, que puxaram a inflação dos alimentos no primeiro semestre. Os altos preços foram um estímulo para que a área plantada aumentasse em 36% no Estado, passando de 830 mil hectares para 1,12 milhão de hectares.

Entre o plantio e a colheita, o cenário de preços se inverteu. A inflação dos alimentos parece sob controle e as commodities agrícolas estão em franca decadência, sem expectativa de voltarem a subir. Para o economista Ricardo Luís Lopes, doutor em Economia Aplicada e professor da Universidade Estadual de Maringá (UEM), o provável motivo da queda no preço do trigo é o rearranjo entre a oferta e a demanda mundiais. "Ocorreu uma recomposição dos estoques internacionais, fazendo com o que preço baixasse", explica Lopes.

O economista ressalta que os grandes fatores que influenciam o preço do produto são as safras americana e canadense, que já foram concluídas. "Já se tem uma idéia de como está o estoque internacional de trigo", diz Lopes. A safra argentina, também considerável no mercado global, é plantada juntamente com a brasileira. Cerca de 95% do trigo argentino já foi plantado, aumentando a expectativa de altos estoques do produto.

FONTE: AGROLINK

 
 

MEIO AMBIENTE
19/08/2008  | 13:00
 


Maggi, sob articulação de Novacki, espera Minc na 6ª para regulamentar disciplina à licença ambiental de imóveis rurais

  O governador Blairo Maggi (PR), sob articulação do secretário-chefe da Casa Civil, major PM Eumar Novacki, "costurou" apoio da Assembléia e já sancionou o Programa Mato-Grossense de Legalização Ambiental Rural (MT Legal), que disciplina as etapas do processo de licenciamento ambiental de imóveis da zona rural. Agora, o governo pretende, na prática, mapear e restaurar os passivos ambientais e fazer a preservação de áreas que compõem as matas ciliares e nascentes num Estado que luta para sair do ranking de primeiro colocado em desmatamento na Amazônia Legal.

   Com essa Lei 8.961, a secretaria de Meio Ambiente, sob Luis Henrique Daldegan, terá de se reestruturar com vistas a agilizar a regularização e a legalização das propriedades rurais e ainda desburocratizar os serviços, já que essa é uma das maiores alegações dos produtores para não se adequarem à legislação ambiental.

   A idéia do governo é perder o título "degradante" de grande desmatador, o que vem trazendo desgaste desde o início do mandato. Uma das regras da nova lei estabelece que os proprietários que aderirem ao MT Legal devem, a partir de agora, requerer espontaneamente o licenciamento de seus imóveis no prazo máximo de um ano. Quem assim o fizer não será autuado e deve ajustar a sua conduta no curso do processo de licenciamento. O cadastro consiste no registro dos imóveis rurais junto à Sema, por meio eletrônico, para fins de controle e monitoramento. Deve recolher a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), uma das exigências para o Cadastramento Ambiental Rural (CAR).

   O governo aposta que, com o MT Legal, o Estado vai conseguir recompor as áreas degradadas, de modo que o produtor consiga adequar à legislação com mais facilidade. Apesar de já ter sancionado o projeto, o governador vai aguardar a visita do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, na sexta (22), para assinar o decreto com vistas à regulamentação.

   Prazo

   A partir daí, o produtor é obrigado a fazer o CAR para a emissão da Licença Ambiental Única (LAU) no prazo de um ano. O custo para a implantação do projeto já está incluso no orçamento anual de mais de R$ 50 milhões. Para a concretização do novo sistema já está prevista a contratação de mais funcionários para conseguir atender a demanda.

   Conforme prevê a lei, o ocupante da terra poderá recompor a reserva fazendo o replantio ou compensar essa área através da aquisição de outra terra da mesma importância ecológica, desde que o desmate tenha ocorrido até dezembro de 1998. O produtor também tem a opção de doar ao Estado uma área dentro da unidade de conservação ou mediante depósito do valor da área na conta do Fundo Estadual do Meio Ambiente (Femam) como forma de quitar suas "contas" junto à Sema.

FONTE : RDNews

 
 

EDUCAÇÃO
19/08/2008  | 17:00
 

 

Foto: Luísa Brito/G1
Candidatos durante a prova do Enem em 2006

Os candidatos que se inscreveram para a prova do Exame Nacional do Ensino Médio 2008 e que não receberam o cartão de confirmação da inscrição, já podem consultar o local de prova no site do Enem. Para fazer a consulta é preciso informar o número do CPF ou o número do acompanhamento presente na inscrição online.

 

O cartão de confirmação contém a hora, data e local de prova do inscrito, além do número de inscrição e a senha de acesso aos resultados individuais.

 

Os candidatos também receberão a folha de leitura óptica para as respostas do questionário socioeconômico e o manual do inscrito do Enem 2008 será enviado para o endereço indicado nas respectivas fichas de inscrição.

 
Caso o inscrito não receba o seu cartão de confirmação ou tenha dificuldades, ele deve entrar em contato com o Programa Fala Brasil, pelo telefone 0800-616161.

 

Não será permitida a mudança do local de prova, exceto quando constatado erro na transcrição das informações fornecidas pelo candidato em sua ficha de inscrição. Os eventuais erros de identificação de nome, endereço, número do documento de identificação, CPF, sexo, data de nascimento ou outros, deverão ser corrigidos em campo específico constante no verso do cartão de confirmação, que o inscrito
receberá juntamente com o manual.

 

 A prova do Enem

A prova será aplicada no dia 31 de agosto, às 13h, em cerca de 1.400 municípios. O exame é voluntário e é aplicado aos alunos que estão terminando o ensino médio em 2008 e para aqueles que já terminaram.

 

O exame terá 63 questões objetivas de múltipla escolha, que abrangerão várias áreas de conhecimento, além de uma proposta para a redação. O estudante terá cinco horas para a realização da prova. Aqueles que fizeram a prova em anos anteriores, caso tenham interesse, poderão se inscrever novamente no Enem 2008. 

 
A nota do Enem é usada no processo seletivo de diversas universidade do país e também é um dos critérios para conseguir uma bolsa de estudos do Programa Universidade para Todos (ProUni), do Governo federal. Mais informações podem ser obtidas no site do Enem.

FONTE: G1

 
 

ECONOMIA
19/08/2008  | 14:00
 

 

O Brasil encerrou o segundo trimestre deste ano com três bancos de capital aberto entre os 15 maiores das Américas, segundo levantamento realizado pela consultoria Economatica. De acordo com a pesquisa, que exclui instituições do Canadá, é a primeira vez na história que isso acontece.

O Banco do Brasil aparece na 12ª colocação do ranking, com ativos no valor de US$ 261,6. No final de 2002, o banco era o 27º com ativos no total de US$ 57,9 bilhões. Nesse período os Ativos do Banco se valorizaram em US$ 203,7 bilhões e subiu 15 posições no ranking.

Logo em seguida está o Bradesco, na 13ª colocação, com ativos de US$ 253,3 bilhões. Em 2002, o banco se encontrava na 37ª colocação, com US$ 40,4 bilhões. O crescimento do banco, de US$ 212,9 bilhões, é o maior entre os três maiores bancos brasileiros no período.

O terceiro banco brasileiro do ranking é o Itaú. O banco fechou o mês de junho com US$ 216,0 bilhões em ativos, o que o coloca na 15ª colocação. Em 2002, os ativos do banco, na 48ª posição, somavam US$ 31,5 bilhões. 

 

Menor diferença da história

Ainda na liderança entre os maiores bancos em ativos do país, o Banco do Brasil já é seguido de perto pelo Bradesco - os ativos do segundo representam 93,8% do total do primeiro (os números de 2008 ainda não consideram as aquisições recentes feitas pelas instituições). No final de 2002, o Bradesco tinha 69,8% do total de ativos do BB.

Já o Itaú, em junho de 2008, tinha ativos equivalentes a 82,6% dos ativos do Banco do Brasil, ante 54,3% em dezembro de 2002.

Para a análise, a Economatica considerou os balanços publicados pelas empresas brasileiras conforme normativa CVM, convertendo os valores de R$ para US$ pelo dólar Ptax venda fim de cada trimestre. As empresas dos demais países utilizam as normativas próprias dos seus mercados.

Veja o ranking (ativos em US$ bilhões)
1) Citigroup - 2.100,4
2) JP Morgan Chase – 1.755,7
3) BankAmerica – 1.716,9
4) Goldman Sachs – 1.088,1
5) Morgan Stanley – 1.031,2
6) Merrill Lynch – 966,2
7) Fannie Mae – 885,9
8) Wachovia – 812,4
9) Lehman Brothers – 639,4
10) Wells Fargo – 609,1
11) Washington Mutual – 309,7
12) Banco do Brasil – 261,6
13) Bradesco – 253,3

14) US Bancorp – 246,5
15) Itaú – 216,0

FONTE: G1

 
 


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